Há riscos de doenças hereditárias na recepção de óvulos doados?

Atualizado: 20 de jul. de 2021

Os ciclos da vida vem acompanhados de momentos singulares e a chegada de um filho é sem dúvida o auge para quem planeja e anseia por esta busca.


Essa é uma caminhada de muitas dúvidas, anseios e expectativas. Quando a gestação não vem por meios naturais, o auxílio médico se faz necessário e fundamental para a realização deste sonho. Neste sentido a reprodução assistida ganha cada vez mais expressão.


Dados sinalizados pela ANVISA (Agencia Nacional de Vigilância Sanitária) em seu 12º Relatório do Sistema Nacional de Produção de Embriões revelou um crescimento de 18,7% na quantidade de procedimentos de fertilização em 2018 comparado ao ano anterior.


Um dos maiores anseios de quem busca um banco de óvulos para alcançar o sonho de ter filhos e que eles sejam saudáveis. O risco de doenças hereditárias pode ser atenuado ao selecionar o doador de óvulos


Testes de compatibilidade e a realização de uma bateria de exames específicos ser faz necessário para identificar coincidências entre as mutações dos doadores em relação ao DNA à pessoa da família receptora que ancorará o espermatozoide ou óvulo.


Mesmo quando são realizados mapeamentos e compatibilidade genética que minimizam o risco, ainda não é possível excluir 100%, do futuro bebê manifestar uma doença genética, já que podem existir doenças raras não identificadas, assim como incidir o surgimento de uma doença por herança genética manifestada pela primeira vez na família.


Por isso o acompanhamento de profissionais especializados em reprodução assistida é fundamental.


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